O cantor, compositor, produtor musical e professor de teoria da literatura, Agenor de Oliveira é filho de pai músico amador e mãe cantora. O pai lhe ensinou a tocar violão "de ouvido", a mãe cantava nos programas de auditório da Mayrink Veiga. Cresceu numa casa onde tudo era motivo para festa e, por ter piano, tornou-se o centro das reuniões musicais da rua. Aos 10 anos foi fundador de um bloco infantil: "Unidos de Tróia".
Adolescente, formou o seu primeiro conjunto de baile, "Os Cínicos". O repertório era tudo o que na época fosse considerado dançante, dos Beatles a Lupicínio Rodrigues... Assim se aventurou pelos bailes da vida.
Por ter crescido nas vizinhanças de Madureira, aprendeu samba na Portela e no Império Serrano. Seu coração ficou dividido entre as duas escolas. Mas como, entre os sambistas, há uma lei que diz só ser permitido se defender uma bandeira, optou: o Império. Hoje faz parte de sua ala de compositores.
Assim é Agenor de Oliveira: de Mário Reis, que ouvia na infância, herdou o registro vocal e a forma de cantar, lisa e sem vibratos. Ainda criança conheceu a música de Paulinho da Viola, que por acaso freqüentava a sua rua, para jogar futebol. No curso primário, torna-se amigo e colega de classe do grande violonista Guinga. Já na juventude, encontrou e tornou-se parceiro de Moacyr Luz. Ou seja, foi educado a biscoito fino.
Pela vida seguiu, cantando pelos bares e pagodes, encontrando parceiros e se fazendo conhecer e respeitar pelos seus pares. Até que surgiu o primeiro disco em 1983. "Cabeças" foi produzido por Moacyr Luz, que dividiu os arranjos com Fernando Merlino. Este disco teve a participação de músicos do porte de Romero Lubambo e Humberto Araújo.
quarta-feira, 8 de junho de 2016
AGENOR DE OLIVEIRA - BAFAFÁ ( 2002 )
O cantor, compositor, produtor musical e professor de teoria da literatura, Agenor de Oliveira é filho de pai músico amador e mãe cantora. O pai lhe ensinou a tocar violão "de ouvido", a mãe cantava nos programas de auditório da Mayrink Veiga. Cresceu numa casa onde tudo era motivo para festa e, por ter piano, tornou-se o centro das reuniões musicais da rua. Aos 10 anos foi fundador de um bloco infantil: "Unidos de Tróia".
Adolescente, formou o seu primeiro conjunto de baile, "Os Cínicos". O repertório era tudo o que na época fosse considerado dançante, dos Beatles a Lupicínio Rodrigues... Assim se aventurou pelos bailes da vida.
Por ter crescido nas vizinhanças de Madureira, aprendeu samba na Portela e no Império Serrano. Seu coração ficou dividido entre as duas escolas. Mas como, entre os sambistas, há uma lei que diz só ser permitido se defender uma bandeira, optou: o Império. Hoje faz parte de sua ala de compositores.
Assim é Agenor de Oliveira: de Mário Reis, que ouvia na infância, herdou o registro vocal e a forma de cantar, lisa e sem vibratos. Ainda criança conheceu a música de Paulinho da Viola, que por acaso freqüentava a sua rua, para jogar futebol. No curso primário, torna-se amigo e colega de classe do grande violonista Guinga. Já na juventude, encontrou e tornou-se parceiro de Moacyr Luz. Ou seja, foi educado a biscoito fino.
Pela vida seguiu, cantando pelos bares e pagodes, encontrando parceiros e se fazendo conhecer e respeitar pelos seus pares. Até que surgiu o primeiro disco em 1983. "Cabeças" foi produzido por Moacyr Luz, que dividiu os arranjos com Fernando Merlino. Este disco teve a participação de músicos do porte de Romero Lubambo e Humberto Araújo.
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